BRZ20IMS-LOGO-INTERMODAL-NOVO-PORT

31 de agosto a 2 de setembro de 2021 - São Paulo Expo

Releases do Evento

Maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina ocorre em momento de retomada de confiança do mercado.

Aos poucos, a economia do País vem apresentando sinais de recuperação cada vez mais consolidados. Dados divulgados no fim de 2019 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por exemplo, demonstraram alta de 0,6% no PIB nacional no terceiro trimestre do ano, em relação ao trimestre anterior, totalizando R$ 1,8 trilhão. Se comparado ao mesmo período de 2018, o aumento é ainda maior, 1,2%. Resultado que eleva ainda mais as projeções de crescimento para 2020.

Outra instituição que divulgou índices positivos é a CNI (Confederação Nacional da Indústria): a economia brasileira terá uma expansão de 2,5% neste ano, em comparação com 2019. A mesma previsão é feita pelo Banco Central, que também espera um crescimento nesta média. E é neste cenário promissor, cercado de prognósticos positivos, que a Intermodal South America 2020 será realizada, garante o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, organizadora do evento, Hermano do Amaral Pinto Jr.

“Os segmentos de infraestrutura, logística, transporte de cargas e comércio exterior, no geral, estão mais otimistas com o mercado brasileiro, suportados por uma economia que, gradativamente, começa a dar sinais de recuperação. Adicionalmente, a atual gestão do Ministério de Infraestrutura, que vem sendo muito bem avaliada pelo setor, contribui para a retomada de confiança dos players deste mercado e os incentiva a seguirem acreditando e investindo no Brasil”, afirma.

Por esse motivo, as principais empresas, nacionais e internacionais, do setor são presenças confirmadas, novamente, no maior evento de logística, intralogística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, que chega à 26ª edição e promete mais um ano recheado de atrativos e novidades exclusivas aos profissionais destes segmentos.

“Estamos muito animados com esta edição da Intermodal. Temos mais de 98% da área de exposição já comercializada e o interesse e expectativa das empresas são intensos. Em 2020, teremos um contingente único de 450 marcas expositoras que representam, ao todo, 37 países, com o que há de mais inovador em termos de soluções para a logística de cargas”, destaca.

Intermodal 2020 – Realizado mais uma vez no São Paulo Expo, em São Paulo (SP), de 17 a 19 de março, o evento, que celebra mais de duas décadas na liderança deste mercado, mantém a estratégia adotada no ano passado, que resultou em mais dinamismo e qualidade à feira, tornando-a uma marca ainda mais ampla para os setores de infraestrutura e comércio exterior, com especial destaque para três segmentos: Intralogística, Tecnologia e Transporte, que visam abranger todos os elos da cadeia logística.

No que abrange a Intralogística, a feira abre espaço para inovações, tecnologias, lançamentos de produtos e serviços para gestão e movimentação de cargas dentro de armazéns, unidades fabris e centros de distribuição. No que refere à Tecnologia, reúne os principais desenvolvedores e fornecedores dessas soluções, como tecnologia da informação, telemática, segurança, e-commerce e softwares e sistemas em geral. Já no âmbito do Transporte, recebe as principais companhias dos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além de empresas especializadas em serviços logísticos no geral, que oferecem mais eficiência na entrega de produtos, no Brasil e mundo afora.

“Além disso, este ano a tecnologia ganha ainda mais força na Intermodal. Teremos espaços dedicados às startups que vêm fazendo uma parceria extremamente saudável com as empresas de logística e de comércio exterior. Contaremos também com áreas nas quais será possível testemunhar como a robótica e a inteligência artificial vêm alterando a realidade na intralogística”, ressalta.

Conferência Nacional de Logística - No que tange ao conteúdo, o evento contará com a realização, mais uma vez, da Conferência Nacional de Logística. Promovida em parceria com a Associação Brasileira de Logística (Abralog), a CNL chega à 23ª edição e promete três dias de conteúdos atuais e relevantes para este mercado, com a presença dos principais nomes e players do setor.

“Com o tema geral ‘Otimização e Performance’, a CNL, que ocorre pelo terceiro ano consecutivo durante a Intermodal, debaterá a transformação digital e a logística 4.0 na cadeia de suprimentos, além da intralogística, da mobilidade urbana, da gestão de transportes terrestres, da gestão de aeroportos, da gestão de terminais privados e internacionais, do futuro e da tecnologia disruptiva, e muito mais”, conclui o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr.

Entre os palestrantes já confirmados para mais essa edição da CNL estão: o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; o presidente da Confederação Nacional de Transporte, Vander Costa; o diretor de logística da PepsiCO, Eduardo Sacchi; o diretor executivo de supply chain do Carrefour, Marcelo Lopes; o diretor de logística da Natura, Nestor Felpi; o diretor executivo de supply chain da Cargill, João Paes de Almeida; o diretor de logística do Magazine Luiza, Luis Kfouri; e o diretor executivo de supply chain do Grupo Pão de Açúcar, Marcelo Arantes.


Sobre a Intermodal South America - www.intermodal.com.br
A Intermodal South America é o maior evento das Américas direcionado para os setores de  logística, intralogística, transporte de cargas e comércio exterior. Realizada há mais de 20 anos, a feira é considerada uma plataforma de negócios que reúne, em três dias, os principais players do setor com o objetivo de fomentar negócios e parcerias e dar suporte ao desenvolvimento e aprimoramento tecnológico dos segmentos que congrega. Em sua última edição, reuniu mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, e atraiu mais de 38 mil profissionais. Em 2020, o evento já tem data marcada e acontece de 17 e 19 de março, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). A Intermodal é organizada pela Informa Markets, que em junho de 2018, tornou-se o grupo líder em serviços de informações B2B e o maior organizador de eventos B2B no mundo. Para saber mais, visite: www.informa.com

 

Sobre a Informa Markets
A Informa Markets, divisão de exposições globais da Informa PLC, permite que as comunidades em todo o mundo se engajem, experimentem e façam negócios, fornecendo-lhes plataformas poderosas para se conectarem a regiões-chave e mercados verticais. O conhecimento do setor, aliado a uma abordagem inovadora e centrada no cliente, oferece aos clientes e parceiros da Informa Markets a oportunidade de criar vantagens comerciais e acessar os mercados, tanto digital quanto presencial, 365 dias por ano.

 

● Evento ultrapassa as 450 empresas expositoras e reforça confiança no aquecimento da atividade industrial, que atingiu em janeiro a melhor marca desde maio de 2018

● Condomínios logísticos, empresas de tecnologia e portos ganham representatividade

 

A percepção do empresariado brasileiro quanto à solidez da retomada econômica é positiva. A conclusão é da Fundação Getúlio Vargas, que identificou no início do ano um aumento de 1,5 ponto no índice que mede a confiança dos empresários (Índice de Confiança da Indústria - ICI). O total foi de 100,9, com alta em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados.

Essa visão mais otimista também foi identificada, por exemplo, em eventos que congregam setores da economia. A Intermodal South America, principal encontro de negócios da cadeia de distribuição de serviços, equipamentos, tecnologias e soluções de logística, transporte e comércio exterior, registrou aumento de quase 15% no número de expositores na edição de 2020. Até o momento, 50 empresas foram incorporadas ao grupo de exposição. O evento acontece de 17 a 19 de março de 2020, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).

Em um comparativo com a edição de 2019, um dos segmentos que ganhou representatividade na Intermodal 2020 foi o de condomínios logísticos, com um aumento de 62,5%. Em seguida vem o de armadores, com 55%, depois os terminais, com 28%. O setor de tecnologia, que envolve as soluções de tecnologia da informação, robótica e tudo relacionado com a automação intralogística e de processos, também ganhou expressão, avançando cerca de 26% na presença de empresas expositoras, seguido dos portos, com estimativa de 25% de aumento de participação no evento.

Estreantes - Como objetivo de prospectar negócios e parcerias, a Allog, empresa especializada em logística internacional com matriz em Itajaí (SC) e filiais em São Paulo e Rio Grande do Sul, participará pela primeira vez da Intermodal. A empresa apresentará seu portfólio de serviços nas áreas de projeto, transporte internacional de carga marítima e aérea, desembaraço aduaneiro e cargas líquidas. "Temos como objetivo o fortalecimento da marca Allog no mercado e um dos caminhos é a participação na Intermodal, a maior feira de logística da América Latina", explica a gerente de marketing da Allog, Luciana Adamis Oliveira. Com crescimento consistente e significativo ao longo dos 18 anos de fundação, a empresa conta com uma parceria global com mais de 500 escritórios e 25 mil profissionais especializados prontos para atender às demandas dos clientes em todos os continentes.

Já a Imetame, com sede no município de Aracruz/ES, vem para o evento consolidar o network no segmento portuário, firmando parcerias e, principalmente, apresentando a Imetame Logística Porto, projeto que deve começar a ser construído no primeiro semestre deste ano. De acordo com o diretor comercial da Imetame Logística Porto, Anderson Carvalho, a Intermodal é o ambiente ideal para o lançamento do empreendimento. “Todos os atores envolvidos no cenário nacional e internacional de logística e comércio exterior estarão reunidos na feira para impulsionar o segmento e prosperar com as atividades portuárias. A Imetame vem para somar, trazendo tecnologia e inovação com o lançamento do empreendimento”.

Com conceito multipropósito, o Imetame Logística Porto terá foco na movimentação de contêineres e cargas gerais, granéis sólidos, líquidos e gasosos e atenderá, também, a operações offshore. Além disso, toda a programação será eletrônica, desenhada para ser 100% automatizada, com serviços, retiradas e recebimentos online, área 100% alfandegada e apta para a próxima geração de navios do Brasil, como New Post Panamax e Suezmax. Com investimento na ordem de R$ 1,4 bilhão, a expectativa é que a unidade entre em operação em até três anos. 

Retornando ao grupo - Além de empresas que participam pela primeira vez, a Intermodal em 2020 também conta com muitas empresas retornando ao evento. É o caso da companhia de navegação Posidonia, especializada no transporte de cabotagem e longo curso. 

Na Intermodal, a Posidonia apresentará o navio multipropósito Posidonia Bravo, primeira embarcação da companhia construída com recursos próprios e que chega para atuar em operações especiais de lavra e transporte de minerais no oceano. Tem capacidade para transportar 3 mil toneladas, sistema de descarte sustentável e bombas de dragagem com capacidade de 55 mil m3 diários. 

"O Posidonia Bravo é uma embarcação diferenciada e que agrega muito valor aos embarcadores. Diante da flexibilidade do projeto sobre o qual foi concebido, foi facilmente ajustado à operação de extração, armazenagem e transporte de fertilizantes marinhos. Prova disto é que já está empregada em contrato de cinco anos", explica o sócio da Posidonia, Abrahão Salomão. 

Segmentos em destaque -- O diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr., considera que o atual cenário positivo deve atrair e qualificar ainda mais os visitantes à essa edição da feira. “Uma demonstração de confiança na indústria movimenta automaticamente o setor logístico. O governo acabou de divulgar um aumento na estimativa do PIB para 2,40% neste ano. Esses são fatores que nos fazem olhar para o mercado e constatar que a retomada é uma realidade e que as empresas necessitarão de soluções logísticas capazes de atender a demanda e manter sob controle os custos operacionais. Sempre buscamos investir na pluralidade das empresas expositoras para promover um networking exclusivo e produtivo no que tange a prospecção de novos negócios e parcerias”.


Sobre a Intermodal South America - www.intermodal.com.br
A Intermodal South America é o maior evento das Américas direcionado para os setores de  logística, transporte de cargas e comércio exterior. Realizada há mais de 20 anos, a feira é considerada uma plataforma de negócios que reúne, em três dias, os principais players do setor com o objetivo de fomentar negócios e parcerias e dar suporte ao desenvolvimento e aprimoramento tecnológico dos segmentos que congrega. Em sua última edição, reuniu mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, e atraiu mais de 38 mil profissionais. Em 2020, o evento já tem data marcada e acontece de 17 e 19 de março, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). A Intermodal é organizada pela Informa Markets, que em junho de 2018, tornou-se o grupo líder em serviços de informações B2B e o maior organizador de eventos B2B no mundo. Para saber mais, visite: www.informa.com 

Sobre a Informa Markets
A Informa Markets, divisão de exposições globais da Informa PLC, permite que as comunidades em todo o mundo se engajem, experimentem e façam negócios, fornecendo-lhes plataformas poderosas para se conectarem a regiões-chave e mercados verticais. O conhecimento do setor, aliado a uma abordagem inovadora e centrada no cliente, oferece aos clientes e parceiros da Informa Markets a oportunidade de criar vantagens comerciais e acessar os mercados, tanto digital quanto presencial, 365 dias por ano

 

 

Evento que acontece durante a Intermodal South America contará com a participação do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do presidente da Confederação Nacional dos Transportes, Vander Costa.

A Conferência Nacional de Logística já é tradição nas edições da Intermodal South America, o grande encontro da logística, transporte, multimodalidade e comércio exterior, que acontece em março, em São Paulo (SP). 

O encontro, organizado pela ABRALOG (Associação Brasileira de Logística), ganhou relevância ao longo de suas 23 edições, por oferecer aos participantes uma oportunidade de atualização com experts do setor e também de networking com executivos das principais empresas que atuam hoje na logística doméstica e internacional. Este ano, a conferência terá mais de 60 palestras, divididas em 13 macrotemas, que abordarão diversos aspectos do mercado com foco nos desafios do setor multimodal com a chegada da 4ª Revolução Industrial.  

O painel de abertura da conferência, por exemplo, contará com a apresentação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, que apresentará as expectativas de investimentos do governo na área de infraestrutura e transportes. Em seguida, o presidente da Confederação Nacional dos Transportes, Vander Costa, fala sobre “Hiperconectividade e o Futuro do Transporte”. A palestra é aguardada com ansiedade pelo mercado, uma vez que, recentemente, o ministro anunciou a intenção do governo de investir R$ 30 bilhões, obtidos por meio de concessões, para a ampliação da malha ferroviária do Brasil nos próximos cinco anos. 

Para o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, organizadora da Intermodal, Hermano do Amaral Pinto Jr., a Conferência Nacional de Logística é um dos mais importantes encontros no calendário do setor e os temas acompanham o cenário econômico atual. “As palestras são de altíssimo nível e trazem em pauta toda a complexidade do mercado logístico. A grade de apresentações abrange desde a área de supply chain até mesmo a legislação específica para esse mercado. Os temas são sempre pensados de acordo com a situação atual do País", afirma. 

Para ele, o fato de a conferência acontecer durante a Intermodal South America fortalece a parceria entre o mercado e a academia. "O profissional que visita a Intermodal South America adquire uma experiência multidirecional: consegue ter uma visão de mercado de vários ângulos e ainda conta com um embasamento teórico e prático. A feira é o local certo para quem quer aprimorar-se profissionalmente, fortalecer a rede de contatos profissionais, prospectar negócios e investir em conhecimento”.

Referências do mercado -- A lista de palestrantes conta ainda com a participação de profissionais considerados referências de mercado, como o diretor de logística da Pepsico, Eduardo Sacchi, que falará sobre otimização na cadeia de suprimentos. Outro executivo a participar do evento é o diretor-executivo de supply chain do Grupo Pão de Açúcar, Marcelo Arantes, que palestrará sobre gestão e gerenciamento de CCOA (Centro de Controle Operacional de Abastecimento). Além deles, participa também o diretor de logística da Magazine Luiza, Luis Kfouri, que abordará o tema da transformação digital e multicanalidade. 

A conferência está organizada em 13 macrotemas: Transformação Digital e Logística 4.0; Modelagem de Sistemas Logísticos e Processos Colaborativos; Legislação, Regulação e Tributação na Logística; Gestão Eficiente da Cadeia de Suprimentos; Modernização nos Transportes; Multimodalidade; Gestão de Transportes e Infraestrutura; Transformação Digital: Excelência Operacional na Cadeia de Suprimentos, Omnicanalidade e E-commerce, Intralogística, Inovação e Tecnologia, Mobilidade Urbana e Sustentabilidade.

Atualidade -- Entre os temas debatidos, a Conferência abre espaço para a análise da RDC 304, a resolução da Anvisa publicada em setembro de 2019, que dispõe de boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos e que começa a vigorar em março deste ano. O ponto central da resolução é sobre a atenção com o controle de temperatura e umidade dos medicamentos quando transportados. Haverá um painel exclusivo para o tema no dia 18/03, com Leila Almeida, membro do Comitê de Logística Farmacêutica, representando a Andreani Grupo Logístico. 

A área jurídica também é um dos assuntos abordados na conferência. Sócio diretor da Dessimoni e Blanco Advogados, Alessandro Dessimoni falará sobre análise tributária na modelagem de malhas logísticas, também no dia 18. Já no dia 19, o head de inovação da Souza Cruz, Rafael Szarf, palestrará a respeito da revolução digital, como alavancar o supply chain e a distribuição urbana.  


Para acompanhar a programação completa da conferência, acesse:  http://intermodal.easyevent.com.br/grid/pt/17


 

Novas tecnologias para os setores de logística e de transporte de cargas marcam mais uma Intermodal South America, em março

 

Muito se fala no desenvolvimento de novas tecnologias que prometem mudar a forma como conhecemos diversos setores econômicos e industriais. É a chamada era da Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial, que defende e incentiva a adoção de tecnologias inteligentes e automatizadas, conectando empresas e negócios mundo afora.

Inovações como automação industrial, computação em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas (IoT) e robotização passam a ser cada vez mais comuns no dia a dia das empresas, que buscam na tecnologia uma estratégia para reduzir custos, otimizar recursos e ganhar eficiência no abastecimento de toda a cadeia de suprimentos, nacional e internacional.

As últimas tendências das tecnologias aplicadas à logística e a gestão da cadeia de suprimentos estarão na Intermodal South America 2020, que ocorre de 17 a 19 de março no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Em sua 26ª edição, o evento, maior ponto de encontro para estes setores na América Latina, reúne mais de 450 marcas expositoras, de 37 países, que trazem para a Intermodal o que há de mais moderno no mercado em termos de tecnologia.

Uma delas é a PagBem, considerada uma das principais empresas de gestão logística e financeira para operações de frete e pedágio rodoviário do País, que leva para a feira o SuperApp, um aplicativo exclusivo para os caminhoneiros que já possuem o cartão PagBem, lançado neste ano. Nele, o usuário encontra informações completas sobre fretes, serviços financeiros (como transferências e pagamentos de contas) e recargas de celular.

“Em breve, os profissionais poderão contar também com uma nova funcionalidade do aplicativo, chamada Soluções de Abastecimento, a mais completa solução para consulta de redes credenciadas. Nela, o caminhoneiro poderá encontrar os postos com melhor nível de serviço, avaliar e fiscalizar preços. Fora isso, outras novidades estão a caminho, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência para nossos clientes”, afirma o CEO da PagBem, Gustavo Maniero.

Tecnologia da Informação – Outra companhia que espera ansiosa a realização da Intermodal é a Startrade, especializada na concepção de inovações em tecnologia da informação. “Apesar de estarem presentes no mercado há mais de 20 anos, nossas ferramentas de TI para o setor logístico são sempre uma grande novidade. Sem similares nacionais e com grande apelo a melhorias em processos, atendemos, atualmente, a 200 companhias que estão listadas entre as 500 maiores do Brasil”, diz o diretor de soluções em TI para o setor logístico da empresa, Luís Maurício Gardolinski.

Segundo o executivo, para o evento deste ano, a companhia reserva a exposição de duas grandes novidades. “Estamos levando para a feira a apresentação das nossas mais novas soluções para o setor. Uma delas é um software exclusivo para o gerenciamento de recursos logísticos no mercado de comércio exterior, o LRM. Já a segunda inovação, é uma solução dotada de um sistema único de internet das coisas (IoT), desenvolvido especialmente para salvar vidas, o Heroby. Com ele, equipamentos de segurança e sinalização, em áreas de grande movimentação de máquinas, passam a ser ainda mais eficientes na prevenção de acidentes e fatalidades”, acrescenta.

“Sem contar nossos outros produtos já consolidados e com grande aceitação do mercado, como softwares para desenvolvimento de embalagens, para planejamento de cargas em veículos, para etiquetagem de códigos de barras, para simulação de processos, entre outros, que também integram nosso portfólio que estará exposto no evento”, finaliza Gardolinski.  

Estas são apenas algumas das inovações que marcam mais uma Intermodal. Além delas, muitas outras estarão disponíveis aos profissionais do setor que visitam o evento, afinal, a feira conta com a participação de diversas outras empresas especializadas em tecnologia, como Average, Bysoft, Compex, Ecomex, Envimat, Logcomex, Kestraa, Open Tech, Runtec e T2S.

Outro diferencial desta edição neste sentido será a Arena TI Innovation, um espaço dedicado, exclusivamente, para a apresentação de cases inovadores no que refere a automação de processos, ao uso da inteligência artificial e de outras tecnologias disruptivas nas várias fases da operação logística.

26ª Intermodal South America
Data: De 17 a 19 de março de 2020.Horário:
Das 13 às 21 horas.
Local: São Paulo Expo - Rod. dos Imigrantes - Vila Água Funda, São Paulo – SP.

Tonelagem de cargas transportada em linhas de cabotagem no País cresceu 24,7%, segundo Antaq. Mais de 40 empresas do setor marítimo marcam presença na 26ª edição da Intermodal South America.


O Brasil é um país que favorece a prática da cabotagem para transporte e escoamento de carga. Fatores como clima e uma extensa costa, de aproximadamente oito mil quilômetros, influenciam favoravelmente essa modalidade. O transporte por vias aquaviárias é positivo por ser mais seguro e por encontrar altos números de portos estruturais no País. Além disso, oferece baixo consumo energético e é menos poluente ao meio ambiente, além de possuir alta capacidade de armazenamento e transporte de cargas de uma única vez.

A tonelagem de cargas transportada em linhas de cabotagem no Brasil, no primeiro semestre do ano passado, cresceu 24,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados integram estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). 

A movimentação em portos cresceu 3% de 2017 para 2018. Cerca de 1,12 bilhão de toneladas foram transportadas nas instalações portuárias brasileiras em 2018. O maior aumento aconteceu na movimentação de carga geral solta (5,8%), seguido de carga conteinerizada (5,6%). Granel sólido subiu 2,7% e granel líquido e gasoso, 2,2%, de acordo com o último Anuário dos Transportes, divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).


Mudanças regulatórias - O Ministério da Infraestrutura está avaliando o envio de uma proposta à Câmara e ao Senado para o fomento do transporte marítimo no País, internamente o projeto é chamado “BR do mar”. A proposta visa aumentar a competitividade e impulsionar o transporte marítimo no Brasil como alternativa ao rodoviário. O projeto tem como linha central a desburocratização do setor e a busca por reduções de impostos de combustível e desoneração da importação de embarcações. Outro tema é a autorização do fretamento de embarcações estrangeiras para cabotagem, pois atualmente as empresas só podem operar com navios próprios construídos no Brasil ou comprados no exterior que, automaticamente, são mais caros por conta da taxa de importação. 


O projeto está sendo avaliado pelo ministro Tarcísio Gomes, que considera o assunto urgente e, junto à uma comissão do Congresso, estuda se é mais viável ser enviado em formato de Medida Provisória ou em Projeto de Lei. Com essas mudanças aprovadas, empresas do setor apostam em um crescimento de até 30% ao ano.  


No dia 18/03, Diogo Piloni, secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, irá palestrar sobre o projeto “Br do Mar” e ações de incentivo à cabotagem. O encontro acontece às 13h30 em parceria com a ABTRA - Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, durante a 26ª Intermodal South America.  

Intermodal 2020 - A Intermodal South America 2020, que acontece de 17 a 19 de março, no São Paulo Expo, traz novidades exclusivas para o setor de portos e transporte aquaviário e soluções para embarcadores de todo tipo de carga. Em um comparativo com 2019, o número de expositores do segmento de transporte marítimo cresceu 55%, os terminais portuários 28% e portos 25% em números de estandes. Além de empresas do modal marítimo, a Intermodal atrai expositores de todos os segmentos da logística, intralogística, transporte de carga e comércio exterior.


Para o diretor do portfólio de Infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr, o setor de transporte aquaviário da Intermodal é sempre uma atração renomada e muito aguardada. “Os expositores de portos, cabotagem, armadores e afins são muito procurados durante a feira por representarem um modal forte e consolidado na cadeia logística. São referências nacionais e internacionais que apresentam, durante o evento, o que há de mais novo em tecnologia, embarcações, custos, pagamentos e tudo que envolve o transporte de carga. Além de representantes dos principais complexos portuários do País, teremos empresas de diversos países como Portugal, Alemanha, Argentina, Espanha, Bélgica, entre outros, que virão à essa edição da Intermodal”


Confira algumas das marcas participantes:

PORTO DE IMBITUBA
A SCPar Porto de Imbituba é uma empresa pública do estado de Santa Catarina. Exerce a autoridade portuária do complexo portuário de Imbituba e, portanto, é responsável por administrar a infraestrutura e fiscalizar as operações do porto. A empresa participa desde 2013 da Intermodal. “O propósito é construir e ratificar nossa presença no mercado portuário, apresentando ao público o que temos a oferecer em termos de estrutura, capacidade e operações. Assim, buscamos também capitalizar, construir e impulsionar contatos com os principais stakeholders do mercado nacional e internacional”, comenta o gerente comercial do Porto de Imbituba, Rui Roberti. O gerente acrescenta que, nas edições passadas, o porto de Imbituba se fez presente na feira Intermodal e obteve bons resultados para a solidificação do nome da instituição. Além disso, garantiu promissoras oportunidades por meio das inúmeras reuniões e contatos com representantes do setor.


PORTOS DE PORTUGAL 
Alguns dos Portos de Portugal já participam na feira há mais de 15 anos, sendo que, em 2020, será a terceira edição em conjunto. “A Intermodal é um momento fundamental para a estratégia de desenvolvimento das ligações marítimas com a América do Sul, é um momento de construir pontes que serão a base de novas e maiores trocas comerciais entre Portugal e o Brasil”, informou a Associação dos Portos de Portugal. “Este ano, os complexos portuários lusitanos vão se apresentar mais uma vez como a porta preferencial de entrada na Europa para os produtos provenientes da América do Sul.


GRUPO IMETAME
Uma das novidades na área de exposição deste ano é a Imetame Logística Porto. Com conceito multipropósito, o porto, que será construído em Aracruz (Espírito Santo), terá foco na movimentação de contêineres e cargas gerais, granéis sólidos, líquidos e gasosos e também atenderá a operações offshore. Além disso, toda a programação será eletrônica, desenhada para uma operação 100% automatizada, com serviços de retiradas e recebimentos online, área 100% alfandegada e apta para a próxima geração de navios do Brasil, como New Post Panamax e Suezmax.


LOG-INA
Log-In Logística Intermodal é uma empresa de soluções logísticas integradas para movimentação de cargas no Brasil e no Mercosul, por meio marítimo (cabotagem), complementado por ponta rodoviária para serviços porta a porta, bem como pela movimentação portuária e armazenagem de carga em nossos Terminais Portuário e Intermodais.

Com a aquisição do mais novo navio, o Log-In Polaris, que fez sua primeira viagem em dezembro de 2019, a Log-In reforça o respeito e a preocupação com o meio ambiente. Moderno e sustentável, o navio tem os mancais do eixo propulsor resfriados e lubrificados com água ao invés de óleo lubrificante. Além disso, economiza combustível por meio da pintura do casco com fricção reduzida e pela potência do motor principal adequada à velocidade de operação da cabotagem.

Em 2019 a Log-In tornou-se empresa membro do PLVB (Programa de Logística Verde Brasil) firmando o compromisso com as questões sócio ambientais.


POSIDONIA
Na Intermodal, a Posidonia apresentará o navio multipropósito Posidonia Bravo, primeira embarcação da companhia construída com recursos próprios e que chega para atuar em operações especiais de lavra e de transporte de minerais no oceano. A embarcação tem capacidade para transportar 3 mil toneladas, contando ainda com sistema de descarte sustentável e bombas de dragagem, que suportam até 55 mil m³ diários.   


"O Posidonia Bravo é uma embarcação diferenciada e que agrega muito valor aos embarcadores. Diante da flexibilidade do projeto sobre o qual foi concebido, foi facilmente ajustado à operação de extração, armazenagem e transporte de fertilizantes marinhos. Prova disto é que já está empregada em contrato de cinco anos", explica o sócio da Posidonia, Abrahão Salomão.

  •   Entregas de insumos hospitalares, medicamentos e transporte de materiais biológicos para prova e contraprova devem ser priorizados.
  •   Evento em São Paulo reúne especialistas em cadeias de distribuição.

 

A chegada de um novo vírus é sempre um alerta, não só para a saúde pública, mas também para a economia em geral. Em um mundo globalizado, a movimentação de cargas e mercadorias se dá de forma diária e contínua por meio de diferentes modais. Com a iminência de uma epidemia, os países mais afetados tomam medidas severas, como fechamento de portos e aeroportos, bloqueio de importação e exportação, restrições para viagens, entre outras recomendações, o que gera um efeito em dominó nas cadeias de produção e distribuição. Da mesma forma, o combate a doenças e a agilidade para o monitoramento dependem também de um racional logístico bem estruturado, que em momentos de crises trabalhe para diminuir prejuízos a pessoas e empresas. 


No caso do Covid-19, o novo Coronavírus, os meios para prevenção, monitoramento e controle da doença dependem de uma logística alinhada à produção da indústria, que impeça a interrupção da produção e distribuição de itens hospitalares, como máscaras cirúrgicas, luvas, álcool 70%, além de vacinas e outros medicamentos.  A OMS solicitou nesta semana o aumento de 40% na produção mundial de máscaras e itens de proteção para funcionários de Saúde. Segundo a Organização, serão necessárias cerca de 89 milhões de máscaras mensalmente para que os profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao vírus possam trabalhar em segurança. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que, sem uma cadeia segura de suprimentos, o risco do Coronavírus no mundo é maior e o primeiro passo é proteger os profissionais de saúde para que possam tratar o surto.


Soluções -- A logística tem o papel de continuar operando em prol da saúde pública diante de epidemias e pandemias. O treinamento e o transporte especializado desses materiais e insumos faz toda a diferença na cadeia logística mundial.


Em São Paulo, desde a confirmação do primeiro caso do Covid-19, empresas especializadas no transporte de materiais biológicos, genéticos e hospitalares reforçaram o treinamento e priorizaram  atendimentos sobre o vírus. A Bio Transportes, ajustou toda a agenda de trabalho para priorizar a coleta e entrega de materiais biológicos de prova e contraprova do Coronavírus para o Instituto Adolfo Lutz e para o Hospital Albert Einstein, priorizando a agilidade nos resultados de casos suspeitos. A empresa realiza o transporte dos materiais por carro e moto e tem equipe treinada para lidar com situações de novas epidemias. A empresa é uma das 420 companhias especializadas em transporte, logística, comércio exterior, tecnologia e inovação que participam da Intermodal South America 2020, que acontece de 17 a 19 de março, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).


“O sistema logístico tem a responsabilidade de enfrentar crises mundiais sabendo do seu papel de importância para o abastecimento global. A cadeia de suprimentos logísticos é bem estruturada e inteligente para saber como transportar itens básicos e essenciais em cenários como o que estamos vivendo agora. A Intermodal está aberta para discutir esse assunto em suas palestras e nos estandes de marcas expositoras, com o objetivo de reunir as melhores empresas de logística do mundo para discutir soluções e inovações”, explica o diretor geral do portfólio de infraestrutura da Informa Markets, organizadora da Intermodal, Hermano do Amaral Pinto Jr.


Durante o evento, portos, aeroportos, transportadores rodoviários e ferroviários, companhias aéreas, fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de tecnologia e inovação estarão presentes, mostrando o que há de mais moderno quando o assunto é transporte e gestão de cargas.  Além disso, em paralelo à  feira, acontece a Conferência Nacional de Logística, organizada pela Abralog, que proporá o debate de cases de logística nacionais e internacionais e as melhores práticas e protocolos de gestão.

As principais empresas do segmento marcam presença na 26ª Intermodal South America, que ocorre na próxima semana, em São Paulo (SP)

Autoridades e representantes das principais associações e entidades setoriais do País também são participações garantidas no evento

 

Você sabe o que é intralogística? Essencial para o mercado de logística e de transporte de cargas, a intralogística é fundamental para o bom desempenho deste setor, afinal, é a responsável pela movimentação de cargas e materiais em armazéns, centros de distribuição, instalações fabris e terminais portuários. Ou seja, o recebimento de materiais e seus respectivos armazenamentos, a alimentação de linhas de produção, o transporte interno de insumos, a estocagem dos chamados produtos acabados, a movimentação de contêineres e até o carregamento dos caminhões ou demais meios de transporte representam a intralogística.

Sua relevância para o mercado logístico e de transporte de cargas é tamanha que o maior evento dedicado para este setores da América Latina, a Intermodal South America, oferece uma área exclusiva para o segmento: a Intermodal Intralogística. Com o objetivo de apresentar as últimas inovações em tecnologias, produtos e serviços para a movimentação de materiais, o espaço reúne as principais empresas nacionais e internacionais do segmento em um só lugar. 

Uma delas é a Combilift, uma das líderes mundiais em soluções customizadas para a movimentação de materiais, que leva para o evento seu mais recente lançamento, o Estufador Universal de Contêineres. De acordo com o diretor executivo da marca no Brasil, Rafael Kessler, o Combi-CSS, como também é chamado, foi projetado para otimizar e simplificar o carregamento mecanizado de produtos em contêineres, incluindo cargas longas.

Outra novidade do equipamento, segundo Kessler, é que ele estará não apenas em exposição, mas também em operação no estande da empresa, inclusive com a presença de um dos engenheiros da equipe de desenvolvimento do mesmo, da Irlanda. “A Intermodal recebe a visitação de um público altamente qualificado, envolvido diretamente nas operações de movimentação de contêineres, como embarcadores, operadores logísticos e clientes finais, os quais acreditamos que irão se interessar muito por esta novidade. A versatilidade e robustez deste equipamento, patenteado pela Combilift, vão conquistar o mercado”, afirma.

Outra companhia que aposta na apresentação de uma ferramenta voltada para a movimentação de contêineres é a Rimac, que reserva para a Intermodal sua mais recente novidade neste sentido, o Terminal Tractor, do fabricante alemão MAFI. “Este é um dos mais novos equipamentos do mercado para a movimentação de contêineres e semirreboques, e para a carga e descarga de navios Ro-Ro, como são chamadas as embarcações cargueiras de grande porte para o transporte de automóveis e outros veículos”, diz Guilherme Gomes, analista de marketing da marca. 

Presença garantida na feira também é a da Hyster®, do Grupo Hyster-Yale, um dos maiores fabricantes globais de equipamentos para armazenagem e movimentação de materiais, que exibirá o equipamento da marca para a movimentação de contêineres vazios, o H7XM-12EC4, que compõe a linha de Big Trucks da empresa. 

Para a diretora de vendas da Hyster®, Jéssica Forti, o H7XM-12EC4 se destaca por ter uma estrutura robusta e um amplo eixo de tração, que operam juntos para garantir alta estabilidade e durabilidade na operação de contêineres vazios de baixa densidade. “Com a utilização de sistemas de telemetria e de aceleração progressiva, de acordo com a demanda do sistema hidráulico, por exemplo, o H7XM-12EC4 oferece uma tecnologia que pode alcançar redução significativa no consumo de combustível, a depender do tipo de atividade”, explica. 

Estas são apenas algumas das empresas presentes na Intermodal que oferecem soluções especializadas para o mercado de intralogística. Além delas, o evento conta ainda com a participação de marcas como: Beumer, BYD, Cordstrap, Daikin, Fronius, Kalmar, Konecranes, Liebherr, Mantsinen, Pitney Bowes, Sanwey, Saur, Verstegen Grabs e muitas outras.

Autoridades Confirmadas - Além das empresas expositoras, a Intermodal 2020 conta ainda com a presença confirmada de autoridades e representantes das principais associações e entidades setoriais do País. Entre eles está o Ministro de Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas, que marca presença no cerimonial de abertura do evento, dia 17, às 11 horas.

O Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, também é participação garantida. No segundo dia de feira, 18, Piloni palestrará sobre o Programa BR do Mar e o Incentivo à Cabotagem no espaço exclusivo de uma das associações parceiras da Intermodal, a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA). A apresentação do secretário está programada para ter início às 13h30.

E você, vai ficar de fora dessa? Ainda dá tempo de garantir sua credencial de forma online e antecipada para o evento que começa na próxima semana. Acesse o link a seguir e reserve já a sua - https://www.intermodal.com.br/pt/ingressos.html

 

Assunto foi tema central de webinar realizado nesta quinta-feira (28), pela Abralog e pela Intermodal South America, em bate-papo com especialistas do setor 

 

Com a atual conjuntura de adversidades impostas pelo novo coronavírus, que implica na busca por serviços capazes de atender aos anseios das empresas e consumidores à distância, a necessidade de soluções conectadas e integradas torna-se ainda mais presente. Por isso, a digitalização dos mais variados setores econômicos e industriais do país passa a ser uma tendência concreta. 

No setor logístico não é diferente. A pandemia acelerou o processo de transformação digital da cadeia de suprimentos global, exigindo de seus players uma rápida adaptação a esta nova realidade de inovações tecnológicas. E é isso que especialistas do setor se propuseram a discutir nesta quinta-feira (28), no webinar “Digitalização da Cadeia de Suprimentos”, realizado pela Associação Brasileira de Logística (Abralog) e pela Informa Markets, organizadora da Intermodal South America.


Entre os participantes estava a diretora de produtos e ofertas nos segmentos de manufatura, logística e agroindústria da TOTVS S.A., empresa referência em inovações tecnológicas, Ângela Maria Gheller Telles. Segundo ela, há pouco mais de dois anos a companhia vem percebendo um aumento na procura por soluções digitalizadas por parte do setor logístico, especialmente a partir de 2019, mas esta demanda cresceu significativamente com a pandemia. “Nós já estávamos nos preparando para essa nova era da digitalização antes da Covid-19, mas foi agora, com esta pandemia, que essa questão veio à tona e vimos que esse é um setor que ainda tem muito a ser explorado. A logística precisa se digitalizar, pois a tecnologia é a melhor maneira de se conseguir mais agilidade e produtividade nas operações”, afirma.

Quem também marcou presença foi o CEO da BBM Logística, André Prado, que ressaltou que o mais importante para as empresas agora é entender como funciona o processo de digitalização de um negócio. “Primeiro, é preciso saber aonde se quer chegar, ter um norte a seguir e entender como aquilo vai influenciar o negócio, além de identificar quais benefícios trará para a corporação, ou seja, é necessário que seja feito um planejamento a respeito. Até porque o processo de transformação digital é longo e complexo, precisa ser feito de forma estratégica. Não adianta adotar somente iniciativas isoladas, como criar apenas um canal de comunicação digital com o cliente ou um aplicativo. Transformação digital vai muito além disso, envolve a digitalização da companhia como um todo”, comenta.

Já para o diretor de planejamento e de cadeia de suprimentos digital da Unilever, Leonardo Rubinato, outro desafio para se alcançar este objetivo será a mudança de cultura do setor, que habitualmente é mais tradicional. “Ao meu ver, este é outro grande desafio que teremos que enfrentar, que é o que chamamos de mudança de mindset, ou seja, de pensamentos. Como faremos para mudar a opinião das pessoas que trabalham neste meio, trazê-las do modelo antigo, ao qual já estão acostumadas, para o novo? Essa é a questão. Temos que encontrar formas de engajar o máximo possível de colaboradores neste processo. Particularmente, chamo de democratizar o acesso a digitalização, permitir que todos possam colaborar com isso”, acrescenta.

O co-fundador da ACE Startups, Pedro Waengertner, concorda e corrobora. “Esse é o ponto, precisamos colocar as pessoas no processo de decisão, fazê-las se sentirem parte disso. Não adianta se forem apenas ações unilaterais, vindo somente de cima para baixo, empresas e profissionais têm que caminhar juntos, senão não dá certo. Da mesma maneira, também não resolve falar que quer inovar e não dar ferramentas para isso, tem que instrumentalizar as pessoas também. As ferramentas, sistemas e processos precisam andar na mesma direção”, completa.

A mediação do debate ficou a cargo do presidente da Abralog, Pedro Moreira, que, ao final, reforçou a importância de discussões como essa. “É sempre bom ter esse tipo de debate, que enriquece e nos traz novas perspectivas sobre temas importantes. Até porque o Brasil é mestre quando se trata de lideranças e de operações logísticas. Aliás, já temos um novo webinar a respeito da digitalização marcado, onde traremos novas discussões em torno do assunto. Será no dia 11/06”, finaliza.

 

Serviço:
Webinar: Práticas de digitalização da cadeia de suprimentos - Episódio 1

Data: 28/05/2020

Horário: 17h

Link de acesso ao webinar completo: https://cutt.ly/3yGzR0O

 

Papo em Movimento
A ação faz parte do Papo em Movimento, iniciativa da Intermodal South America que vem trazendo uma série de entrevistas, lives e webinars com o objetivo de mostrar um panorama do mercado logístico no Brasil e colaborar para o seu desenvolvimento.

Mais informações - https://www.intermodal.com.br/pt/papo-em-movimento.html

 

Assessoria de Imprensa
Aline Porfírio
[email protected]
(11) 94354-1110


Michel Penna
[email protected]
(13) 99201-9564

Afirmação é do CEO do Grupo V. Santos Logística Internacional, Valdir Santos, que participou da série de webinars exclusivos promovidos pela Intermodal South America, o Papo em Movimento


O que esperar do setor de transporte de cargas daqui em diante? Qual cenário devemos aguardar após a pandemia do novo coronavírus? Essas são dúvidas recorrentes dos players deste mercado tão fundamental para o Brasil, responsável por movimentar todo e qualquer segmento econômico e industrial do País. Por isso, com o intuito de esclarecer estes e outros questionamentos que pairam sobre o setor, a Informa Markets, organizadora da Intermodal South America, realizou mais um webinar exclusivo que visou promover o debate a respeito do futuro deste mercado em solo nacional.

Sob o tema “O Futuro do Transporte de Cargas no Pós-Pandemia”, em bate-papo virtual realizado nesta terça-feira (9), especialistas discutiram o quanto a crise da Covid-19 acelerou o processo de modernização no setor e o que mais pode ser feito para garantir ainda mais agilidade e investimentos neste segmento, estimulando ainda mais o seu desenvolvimento. Entre eles, estava a CEO da National Freight, Ana Quirino, que ressaltou o quanto a pandemia do novo coronavírus impulsionou algo que já estava sendo ensaiado há muito tempo pelo setor: a digitalização. 

“Hoje, o digital já é uma realidade no setor. Já estamos trabalhando quase 100% conectados. Desde o dia 19 de março, quando essa crise do coronavírus estava começando, não fazemos nenhum processo de forma física, pelo contrário, é praticamente tudo sistematizado atualmente. Um despachante aduaneiro, por exemplo, não precisa mais emitir e levar documentos impressos nos órgãos anuentes do setor, é tudo online”, disse. 

Mas a executiva confessou que, antes de tudo isso, quando deu-se início aos debates de modernização do setor há alguns anos, os próprios players deste mercado, reconhecido como um dos mais tradicionais do País, duvidavam da possibilidade. “Quando foi lançado o projeto Porto Sem Papel, por exemplo, nós mesmos duvidamos se isso daria certo, se seria viável trabalharmos sem a emissão de documentos, algo tão intrínseco e cultural do setor, e hoje vemos que é possível sim. E não apenas possível, mas que também é muito mais fácil dessa forma e que, assim, temos, de fato, mais agilidade e menos burocracia nos processos, além de maior redução de custos”, acrescentou.

Quem também marcou presença foi o CEO do Grupo V. Santos Logística Internacional, Valdir Santos, que corroborou. Para ele, a pandemia provou, mais uma vez, toda a capacidade que o setor de transporte de cargas e comércio exterior tem para se adaptar e melhorar. “Para nós, despachantes aduaneiros, todas essas mudanças que vimos nos últimos meses foram muito importantes. Hoje, há uma modernidade muito grande neste setor e as empresas que atuam nele estão bastante preparadas para lidar com isso. Assim como as autoridades e órgãos anuentes do segmento, que também se adaptaram muito bem a esta nova realidade e oferecem, cada vez mais, condições de sermos ainda mais assertivos e eficazes em nossos procedimentos”, afirmou.

O executivo pontuou ainda que este é um caminho sem volta e que a tendência é que o setor torne-se cada vez mais conectado. “Esse ‘novo normal’ não tem volta, daqui para frente será uma nova visão de mercado e de negócios. Temos que estar preparados para novos desafios e novos objetivos, como o de explorar mais o segmento do e-commerce, que é sim uma grande oportunidade para nós do comércio exterior, pois é um mercado que está em pleno crescimento no Brasil”.


A mediação do debate ficou a cargo do advogado e sócio da Mendes Santos Advogados, Rony Mendes Santos, que complementou. “O mercado estava se preparando para um futuro digital e esse futuro foi antecipado quando a pandemia começou. Tivemos todos que nos adequar e ouvir isso de vocês me deixa ainda mais otimista quanto ao que vamos encontrar lá na frente”.


Serviço:
Webinar: O Futuro do Transporte de Cargas no Pós-Pandemia

Data: 09/06/2020

Horário: 17h

Link de acesso ao webinar completo: https://cutt.ly/3yGzR0O

 

Papo em Movimento
A ação faz parte do Papo em Movimento, iniciativa da Intermodal South America que vem trazendo uma série de entrevistas, lives e webinars com o objetivo de mostrar um panorama do mercado logístico e de transporte de cargas no Brasil e colaborar para o desenvolvimento do setor.

Mais informações - https://bit.ly/3fexypk

 

Assessoria de Imprensa
Aline Porfírio
[email protected]
(11) 94354-1110


Michel Penna
[email protected]

(13) 99201-9564

Em tempos de distanciamento social, as inovações tecnológicas mostram-se as melhores alternativas para otimizar o dia a dia de trabalho nos setores logístico e de comércio exterior


A adoção e a utilização de novas tecnologias, com o intuito de aumentar a produtividade, otimizar o trabalho e garantir maior segurança aos mais variados setores econômicos e segmentos industriais do País é algo cada vez mais comum nos dias de hoje, em especial em um momento de pandemia como o que estamos vivendo. Em tempos de isolamento social, a inovação torna-se uma aliada ainda maior para todos, seja para empresas, profissionais ou consumidores.


No âmbito comercial não é diferente: as relações de negócios entre estados e países adotam soluções de tecnologia para agilizar tanto o comércio interno quanto externo. Quem explica um pouco mais sobre isso é o diretor executivo da ABTRA, instituição que congrega terminais portuários e recintos alfandegados de todo o Brasil, Angelino Caputo. Para ele, quando se fala em tecnologia neste mercado, observa-se a grande adoção de inovações associadas a processos, algo fundamental para contribuir para a desburocratização das cadeias logísticas.

“Neste ponto, a tecnologia tem uma contribuição significativa. Recentemente, o Banco Mundial classificou o Brasil como o modelo a ser seguido no enfrentamento da pandemia, no que diz respeito a medidas emergentes para a facilitação do comércio. Isso porque o governo federal e os respectivos órgãos anuentes do setor adotaram novas soluções de gestão de risco, de aceitação de documentos de forma eletrônica, de fluxos automatizados, entre outras, que fazem a logística de cargas ser mais rápida ou, ao menos, com a mesma velocidade que já se possui”. 


Além disso, Caputo destaca que não apenas as relações entre empresas e órgãos governamentais vêm mudando, mas também a forma de relacionamento entre pessoas e profissionais do setor em si. “Em meio a esta situação de distanciamento social que vivemos, a alternativa vem sendo a utilização de tecnologias que permitem a realização de conversas e reuniões à distância, como videoconferências, que, de certa forma, acabam agilizando os respectivos encontros e tratativas comerciais. Isso, com certeza, pode ficar como um possível legado para quando este momento passar”.

 

Quem comenta mais sobre isso é o gerente do terminal de cargas do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, Leandro Pinheiro


Mesmo os setores logístico e de transporte de cargas sendo considerados essenciais, ou seja, tendo autorização para continuar com as atividades em meio à crise do novo coronavírus, ainda assim, suas operações sentiram os impactos causados pela pandemia, principalmente no segmento aeroportuário, um dos mais afetados deste mercado. Segundo a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), a variação do volume de cargas em voos domésticos é de 17,7% nesse período, enquanto a queda nas importações e nas exportações é de 9,9%.


Outros levantamentos do setor, inclusive, apontam que o mercado aéreo nacional pode levar até dois anos para se recuperar totalmente dessa recessão. É o que acredita também o gerente do terminal de cargas do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, Leandro Pinheiro. “Na verdade, depende muito de como a economia do Brasil vai se comportar daqui para frente, mas acredito que, de uma maneira geral, o prazo médio para uma retomada gradual do setor seja este. Até porque houve uma redução muito significativa na quantidade de voos que chegam ou que deixam o País, principalmente no quesito passageiros, o que acaba impactando também a capacidade do transporte de cargas pelo modal. 91% das cargas de importação que chegam ao Aeroporto de Guarulhos, por exemplo, é proveniente dos voos de passageiros”, afirma.

De qualquer forma, o executivo do maior aeroporto da América do Sul crê que o melhor caminho para minimizar esses impactos seja a continuidade de investimentos no setor. “Seguimos normalmente com nosso plano de investimentos, conforme já havia sido acordado com o Governo Federal. Desde o início da concessão, investimos aproximadamente R$ 45 milhões apenas no terminal de cargas do aeroporto. Recentemente, construímos, por exemplo, uma câmara totalmente refrigerada em nossas dependências, para o armazenamento de cargas da cadeira fria e, hoje, podemos considerar que somos o maior complexo frigorífico do Brasil e um dos líderes do transporte de cargas para a indústria farmacêutica do País”.


E não para por aí, há outros aportes já planejados. “Pretendemos implantar, em breve, um novo sistema de rastreamento de cargas, que possa ajudar, ainda mais, as empresas a terem acesso às informações referentes aos seus embarques. Temos a perspectiva também de continuar investindo no segmento farmacêutico, no qual já temos grande atuação, assim como nos setores automotivo, de eletrônicos e maquinários. Além disso, nosso objetivo é continuar apoiando as companhias aéreas e todos os envolvidos em nossas operações com a maior eficiência possível para, juntos, superarmos estes desafios”.


Quer ouvir o bate-papo completo com o executivo do Aeroporto de Guarulhos?

Então acesse o link e confira.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=urWXBhLS1yI

Desde o início da pandemia, operadora logística já transportou mais de 3 milhões de máscaras de proteção e 100 mil testes de avaliação da doença para o Brasil


Em meio a momentos delicados como o que vivemos, de crise sanitária global, o abastecimento da cadeia de suprimentos considerados essenciais torna-se ainda mais fundamental. É o que ocorre com os chamados itens de primeira necessidade, como medicamentos e insumos hospitalares, que ganham prioridade em um cenário de combate ao novo coronavírus. À exemplo de produtos como máscaras cirúrgicas de proteção e testes para diagnóstico, que, com operações logísticas assertivas e eficazes, chegam regularmente ao País e fazem a diferença tanto para profissionais de saúde quanto para a população.


Quem explica mais sobre isso é o executivo Gabriel Carvalho, diretor comercial da Blu Logistics, operadora logística especializada na importação e na exportação de mercadorias. Para ele, um dos diferenciais da empresa, além da expertise no transporte destes tipos de itens, é sua atuação internacional, que lhe permite fazer a ponte necessária entre o país de origem dos produtos e o Brasil.

“Mesmo antes do Covid-19, já tínhamos clientes que operavam com medicamentos e itens hospitalares, tipos de cargas que vêm, basicamente, da Ásia para o Brasil. Com a mudança de cenário e a urgência de se transportar mais estes tipos de produtos ao País, desenvolvemos, junto a eles, uma estratégia para atender a esta crescente demanda que surgia. Além disso, outro fator que nos ajudou bastante nestas operações é o fato de termos um escritório próprio na China, com profissionais capacitados coordenando os processos desde o início. Até o momento, já transportamos mais de 3 milhões de máscaras e 100 mil testes de coronavírus para o Brasil. E essa é uma realidade que não deve mudar tão cedo, o volume destas mercadorias deverá aumentar. Teremos que nos adaptar”, destaca.


O executivo explica ainda que essa importação ocorre, em sua maioria, pelo modal marítimo, mas que há uma crescente significativa na utilização do modal aéreo, em decorrência da Covid-19. “Esta mudança é um bom aprendizado para nós como evolução de negócio, já que sempre tivemos um DNA muito focado no marítimo. Ou seja, mesmo após a volta da quarentena, estaremos muito mais prontos e estruturados no aéreo também”. 

Falando em pós-quarentena, Carvalho comenta também sobre como fica a economia do País frente aos desafios impostos pela doença. “Por incrível que pareça, o primeiro trimestre do ano foi bom. Nós, por exemplo, tivemos um crescimento de 9% em termos de faturamento e volume, em relação ao mesmo período de 2019. O ano tinha tudo para ser ótimo, não só para nós, como para todos. E, de repente, tudo mudou. Agora, basicamente, o segundo trimestre terá que ser de paciência e sobrevivência. Até acredito que vai haver uma retomada a partir do segundo semestre, caso haja o controle da pandemia, porém ela não deverá ser rápida. Até porque a maioria das empresas brasileiras não estavam preparadas para enfrentar este tipo de situação”.


Por fim, o diretor comercial da Blu Logistics ressalta que, por mais desafios que este momento traga ao mercado, ele também trará aprendizados e mudanças na forma de se trabalhar, como mais aptidão ao home office. “Não tenho dúvidas que esse é um aprendizado intenso para todos. Nós, especificamente, já vínhamos adotando uma política de home office há pouco mais de um ano, mas de forma muito sutil. Agora, devido a necessidade, todos os departamentos da empresa têm atuado de forma remota e funcionado muito bem”.

E isso serve de lição para que sejamos mais eficientes, com foco no resultado final do cliente, ou seja, mostrando que o trabalho pode ser efetuado independentemente de onde estejamos. Sem contar que ganha-se muito tempo com relação a deslocamentos, viagens e conciliação de agendas. Enfim, acredito que distâncias serão encurtadas e vejo isso de maneira positiva”, conclui.


Confira a entrevista completa com o executivo: https://www.youtube.com/watch?v=FZMDuaMLG2k

As adversidades impostas pela pandemia da doença são muitas, mas as empresas que atuam nos mercados logístico, de transporte de cargas e de comércio exterior vêm conseguindo superá-las. A Brado é uma delas


Como garantir o abastecimento durante a crise do novo coronavírus? Essa, sem dúvida, é uma das questões mais recorrentes entre as empresas e profissionais dos setores logístico, de transporte de cargas e de comércio exterior, que, neste momento de pandemia da doença, têm como premissa mantê-lo da melhor forma possível, sem ônus aos seus clientes e consumidores.

Mas, para superar este desafio e assegurar que as mais diversas mercadorias e produtos cheguem aos seus respectivos destinos sem percalços no caminho, é necessário um planejamento muito bem estruturado, que zele não apenas pela continuidade das operações com segurança, mas também pela saúde dos profissionais que as fazem acontecer. É o que acredita o presidente da Brado, uma das principais operadoras logísticas do País, Marcelo Saraiva. 

Para ele, a empresa, que é reconhecida por sua atuação no mercado ferroviário, vem enfrentando este momento delicado de forma acertada, focando em três frentes de trabalho: proteção aos colaboradores, à rede de fornecedores e parceiros da marca, e ao abastecimento em si. “Primeiro, focamos em garantir a segurança de nossos profissionais. Adotamos o modelo de home office para o nosso time corporativo e desde então todos passamos a focar muito nas operações e no que precisa ser feito. Paralelamente, nos preocupamos em manter o nosso ecossistema de fornecedores e terceirizados com todo o suporte necessário. E, claro, o abastecimento: a Brado hoje conta com mais de 175 clientes e mais de 100 produtos diferentes em seu portfólio, como proteína animal e bens de consumo, os quais seguimos transportando, não apenas no Brasil, mas para o mercado externo também”.

O executivo acrescenta ainda que o objetivo da companhia é continuar exercendo seu papel. “Continuaremos cuidando bem do nosso colaborador, do nosso ecossistema e do abastecimento dos mercados aos quais estamos inseridos. A missão da Brado é ser a melhor distância entre quem consome e quem produz. Não deixaremos ambos desamparados neste momento, pelo contrário, não iremos parar”.

 

 

Página conta com serviços atualizados de postos de gasolina, restaurantes, oficinas, entre outros


A startup Cargon, em parceria com a Coopercarga, desenvolveu em apenas dois dias o site Caminhoneiro Herói,  para fornecer informações de funcionamento de estabelecimentos para motoristas. A plataforma traz indicações de postos de gasolina, lojas de conveniência, restaurantes, oficinas, entre outros pontos na estrada que estão funcionando durante o período de quarentena. 

O CEO da Cargon, Denny Mews, ressalta que a ideia surgiu logo após o decreto de isolamento social. “Foi a partir de uma dor real, de ouvir a queixa dos caminhoneiros que são tão essenciais para o abastecimento, a dificuldade deles em se alimentar, em encontrar itens básicos, em chegar ao destino, enfim. Ai em conjunto com a Coopercarga oferecemos esse serviço, mais uma alternativa para tentar aliviar a dificuldade da categoria”. 

A plataforma é colaborativa, todas as pessoas podem acessar, preencher o formulário e informar o que está funcionando e onde. Ele traz uma extensa lista de postos de gasolina por todo o Brasil, com mais de 400 postos cadastrados até o momento. 


Mews reforça que durante a pandemia do Covid-19 os profissionais tiverem treinamento intensificado e a empresa pensou também em formas de reduzir o contato do motorista com possíveis fontes de contágio. Uma das medidas foi a liberação por 30 dias da opção de serviço de frete on-line de forma gratuita, para que os motoristas possam verificar os serviços e diminuir o contato com balcão de entregas e documentos. Todas as unidades, incluindo Cargon e Coopercarga, contam também com um intenso treinamento e uso de produtos como álcool em gel para assepsia das mãos e dos veículos. 

Denny deixa uma mensagem para os caminhoneiros, esses profissionais que estão na linha de frente de trabalho e são essenciais. No Brasil cerca de 70% de toda a carga transportada é feita por meio de rodovias. “É difícil falar para uma categoria que já tem um distanciamento da família por conta do trabalho, e agora mais ainda. Eu agradeço muito o esforço deles, para ser um caminhoneiro tem que ter um diferencial no sangue”, diz. O CEO da Cargon faz ainda um paralelo com a greve dos caminhoneiros, de 2018, e diz que algumas pessoas podem ter tido uma visão errada desses trabalhadores, mas que agora podem enxergar como eles são importantes para toda a cadeia de abastecimento. “Hoje percebemos a importância de uma categoria que não é ouvida. Hoje estamos vendo que devemos tratá-los como heróis, assim como os médicos, enfermeiros, os atendentes de mercado, enfim. Gostaria de dizer: continuem e muito obrigado, isso é passageiro, vamos dar a volta por cima".

 

Acesse: https://caminhoneiroheroi.com.br

 

Empresas disponibilizam também sistemas que mapeiam os postos que permanecem abertos em meio a quarentena e que calculam o impacto do isolamento nas praças de pedágio do País


A Freto e a Repom, empresas especializadas em transporte de cargas rodoviárias do Grupo Edenred Brasil, são duas marcas que permanecem atentas às necessidades dos caminhoneiros em meio a pandemia do novo coronavírus, visto que são profissionais que não podem parar. Por isso, as companhias vêm, desde o início desta delicada situação, colocando à disposição destes trabalhadores alguns serviços exclusivos que visam auxiliá-los neste momento.


Um deles é um sistema de consultas gratuitas, via telemedicina, que tem como objetivo auxiliar na prevenção e nos cuidados necessários com relação ao Covid-19. De acordo com o head de mercado rodoviário do Grupo Edenred Brasil, Thomas Gautier, são mais de 2 mil médicos à disposição dos profissionais. “A algum tempo atrás, fizemos uma pesquisa que identificou que cerca de 70% dos caminhoneiros não possuem planos de saúde. Por isso, fazia sentido apoiá-los a terem acesso a este tipo de serviço neste momento, já que sabemos que a convergência às cidades e hospitais quando se está nas estradas é complexa. São 3 mil consultas disponíveis, a qualquer hora e de qualquer lugar”.

Outra iniciativa de destaque do grupo é o programa Repom Com Você, que tem como intuito levar aos caminhoneiros informações sobre postos e estabelecimentos comerciais que permanecem em funcionamento durante a quarentena. “Com essa ferramenta, o profissional pode saber, com antecedência e de onde estiver, onde pode se alimentar, se higienizar, descansar e etc. Ao todo, mapeamos mais de 5 mil estabelecimentos ao redor do Brasil”, acrescenta Gautier. 


Há ainda os levantamentos feitos pela companhia que buscam trazer dados atuais e relevantes ao setor, como o impacto do isolamento social nas praças de pedágio do País. “Normalmente, há uma grande representatividade de pedágios em todo o Brasil, mas percebemos que, desde quando deu-se início a quarentena, houve uma redução de aproximadamente 40% no fluxo desses locais ao redor do País, tanto no tráfego à lazer quanto à trabalho”, complementa.


Segundo o executivo, essas são apenas algumas das ações adotadas pela Edenred Brasil para facilitar a rotina dos caminhoneiros diante das circunstâncias que estamos vivendo, principalmente durante as inúmeras viagens que fazem diariamente. “Queremos ser os companheiros desses profissionais nas estradas, estar perto deles e sempre prontos para ajudá-los quando precisarem. Este é nosso objetivo”, conclui.
 

Quer saber mais sobre essas e outras ações do Grupo Edenred Brasil?

Então acesse e confira a entrevista completa com Thomas Gautier.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=qkIUBoUMGTU

Entre as iniciativas, está a destinação de um auxílio de R$ 550,00 aos caminhoneiros da companhia que tenham sido afastados do trabalho por conta do Covid-19


Em tempos de pandemia do novo coronavírus, os desafios impostos aos mais diversos setores econômicos e industriais do País são constantes - em especial para os mercados considerados essenciais para a população e que não podem parar, como o de transporte de cargas - o que deixa muitas dúvidas no ar. O que as empresas estão fazendo para lidar com essa situação e contornar as adversidades? Como tornar-se produtivo em momentos como este? Quais as medidas necessárias para atuar no combate e na prevenção deste problema?


O CEO da Jadlog, Bruno Tortorello, comenta um pouco sobre isso. Para ele, é necessário aprender a trabalhar neste novo cenário e a adotar iniciativas rápidas. “Desde a primeira semana, onde o alerta para esta situação foi ligado, a Jadlog vem implementando ações que visam auxiliar na prevenção do Covid-19: passamos a adotar o home office para o time administrativo (em uma semana mais de 200 pessoas foram inseridas neste modelo), afastamos os colaboradores que se encaixam nos grupos de risco (o que representa entre  5% e 7% de nosso efetivo), espaçamos mais os turnos e postos de trabalho (para que seja respeitada a distância mínima de um metro entre cada pessoa e para que haja menos contato entre elas), reforçamos a questão da higienização (uso de luvas, máscaras, álcool em gel) em nossas operações e etc.”


Tortorello ressalta ainda que essas medidas não valem apenas para as operações e colaboradores diretos da Jadlog, mas também para todas as empresas e profissionais franqueados da companhia, que totalizam mais de 12 mil pessoas. “Duas ações se destacam neste sentido. Uma delas é a criação do fundo Jadlog Covid-19, onde é depositado um valor adicional de R$ 500 mil às empresas franqueadas, além do que já é pago normalmente, para que façam frente aos custos extras neste momento (pessoas afastadas, gastos com higiene e etc.). Outra iniciativa é a destinação de R$ 550 reais mensais aos motoristas agregados às nossas operações, em caso de precisarem se afastar do trabalho por conta de questões relacionadas ao problema (por estarem em grupos de risco, em quarentena ou por terem sido diagnosticados com o coronavírus), com o objetivo de ajudá-los a passar por esta situação de forma um pouco mais tranquila”.


Já no que refere a economia do Brasil de uma forma geral, o executivo reconhece que os negócios entre empresas, o chamado Business To Business, vêm sendo mais afetado por este momento, mas que os negócios voltados aos consumidores, por outro lado, vêm apresentando crescimento significativo, em especial por meio das compras online, o e-commerce. De qualquer maneira, para ele, a mensagem que fica com tudo isto é a de solidariedade. “O que percebi com tudo isso é que as pessoas, de fato, querem ajudar os outros. E quanto mais fazem isso, mais se motivam a passar por esse momento difícil. Essa centelha de esperança é muito importante”.

 

Confira a entrevista completa com o executivo: https://www.youtube.com/watch?v=zLAOWaEUePU


 

Pioneira neste tipo de serviço, Pitney Bowes Brasil oferece soluções exclusivas de digitalização, entrega e retirada de encomendas


Com a pandemia do novo coronavírus, o mercado corporativo precisou se adaptar a uma nova realidade de trabalho, a do home office. Cercado de benefícios, como o de proporcionar maior produtividade e qualidade de vida aos profissionais, este modelo, no entanto, continuava enfrentando um desafio: o acesso a importantes documentos físicos que, muitas vezes, são fundamentais e indispensáveis em algumas operações. Pensando nisso, a Pitney Bowes, empresa global especializada em soluções para correspondências, oferece serviços exclusivos de digitalização, entrega e retirada de documentos, onde quer que estejam, sem a necessidade dos colaboradores saírem de casa.
 

Quem explica um pouco mais sobre isso é o presidente da Pitney Bowes Brasil, Silvio Maemura, que destaca que a automação de documentos está no DNA da empresa. “Somos uma companhia pioneira neste mercado. Começamos, a exatos 100 anos atrás, com a automação das correspondências que eram enviadas aos Correios, em que utilizamos a tecnologia para receber as cartas nas agências e mandá-las até seus respectivos destinos finais. Essa foi nossa origem e, desde então, desenvolvemos uma competência muito forte na gestão deste tipo de trabalho. Com o passar do tempo fomos nos aperfeiçoando e agora atuamos também no recebimento, na cubagem e na pesagem de encomendas e cargas no geral, inclusive dentro de empresas, fazendo ainda toda parte de rastreamento para que os pedidos cheguem aos clientes sem atrasos”.
 

E em período de distanciamento social, em que muitas empresas precisam continuar com o fluxo de emissão e entrega de documentos, esta é uma demanda que cresce significativamente. Segundo o executivo, nesta época de quarentena, houve um grande aumento no número de encomendas, entre 40% e 50%, se comparado ao mesmo período do ano passado. “Nós cuidamos de toda a gestão destes documentos para as áreas das companhias que precisam tê-los de forma física. Temos sistemas para conduzir este tipo de trabalho. Nossa nova solução, por exemplo, permite que os profissionais continuam trabalhando de casa e ainda assim recebam as correspondências que seguem indo para as empresas. Ou seja, elas nos dizem o que é confidencial ou não: o que é de acesso restrito, mandamos para o endereço solicitado da forma que chega; já o que nos é permitido abrir, digitalizamos e enviamos via online. Isso faz com que as empresas continuem operando mesmo com os colaboradores em home office”.
 

Maemura, inclusive, acredita que neste quesito, de digitalização de documentos, o Brasil está bem mais avançado do que outros países normalmente considerados referências em muitos assuntos, como os Estados Unidos. “Nesta parte, o Brasil está bem à frente. Nos Estados Unidos, por exemplo, ainda enviam-se muitas coisas em papel, através dos correios. Já por aqui, cada vez mais o meio digital é adotado. Nos últimos quatro anos, este mercado cresceu bastante, tanto no âmbito do faturamento digital, por meio da Nota Fiscal Eletrônica, quanto na questão da emissão de boletos via online. Atualmente, praticamente tudo pode vir através de e-mail e ser pago via aplicativos, sites e etc, e o sistema bancário/financeiro do país está preparado para isso. Na minha opinião, só estamos atrás dos países nórdicos neste sentido (como Dinamarca, Finlândia e Suécia), depois vem o Brasil, até à frente de países europeus, e ainda temos muito para crescer neste segmento”, conclui.
 

Veja a entrevista completa com o executivo e saiba mais detalhes desse tema.
Link:https://www.youtube.com/watch?v=NdvY8RxW-KI

Quem explica um pouco mais sobre os desafios do setor em época de pandemia é o presidente do Porto de Suape, Leonardo Cerquinho


As adversidades impostas pela pandemia do novo coronavírus afetam todos os segmentos econômicos e industriais do País, inclusive o setor portuário. Mas, diferentemente de muitos mercados, este é um segmento que, assim como os setores logístico e de transporte de cargas no geral, não pode parar. Sendo assim, como ficam suas operações? Quais os procedimentos necessários para mantê-las em pleno funcionamento? Quais as perspectivas para o setor nos próximos meses?


O presidente do Porto de Suape, um dos maiores complexos portuários do País, localizado em Pernambuco, Leonardo Cerquinho, comenta sobre o cenário portuário, utilizando Suape como exemplo. “Nossas operações estão todas mantidas, claro que com as adequações necessárias para proteger os trabalhadores envolvidos da contaminação do Covid-19. Mas, basicamente, desde quando deu-se início a esta situação, conseguimos manter o atendimento de todas as operações portuárias de nosso complexo. Inclusive, apresentamos crescimento em movimentação de cargas este ano, de 41% no primeiro trimestre e de 25% no primeiro quadrimestre, o que é um bom número em um momento como este”, afirma.

O executivo reconhece que, naturalmente, a movimentação de cargas do setor como um todo vem sendo impactada pela pandemia, fazendo-a ficar fora dos padrões considerados ideais, mas acredita que já é possível vislumbrar uma recuperação nos próximos meses. “Acredito que, em um primeiro momento, conseguimos fazer alguns movimentos importantes para superar os desafios iniciais impostos pela pandemia. Por exemplo, no período em que a Ásia, especialmente a China, estava com os portos fechados, as cargas que viriam destes destinos e seriam desembarcadas nos portos do Sul e do Sudeste do País acabaram sendo compensadas por novas cargas de cabotagem, sem causar impacto relevante nas operações de contêineres até o mês de março”, diz.


“Já em abril houve uma queda de 20% na movimentação geral, muito em função da redução da demanda do país, e estes volumes mais baixos devem se manter pelo menos até o mês de junho. Depois disso, vejo que podemos começar a ter uma recuperação gradual do setor, e, em um cenário conservador, chegar em dezembro com 90% do volume projetado para este ano”, acrescenta. 

Para Cerquinho, a saída para esta crise e para a retomada da atividade portuária, de fato, são os investimentos em infraestrutura logística. “O Brasil tem um déficit muito grande neste setor e já está mais que comprovado que os investimentos em infraestrutura são extremamente eficientes para gerar um fator multiplicador na economia e proporcionar a retomada. Nesse sentido, entendemos que temos que manter os aportes do Porto de Suape, como planejado, e seguir fazendo nossa parte. Um novo terminal de granéis sólidos, por exemplo, ainda está nos nossos planos; inclusive, devemos abrir o processo de licitação em breve. O projeto de um terminal de gás próprio, anunciado no fim do ano passado, também segue normalmente, sem alterações. Acreditamos ainda que há uma tendência de priorização, por parte do governo federal, do projeto que envolve a Ferrovia TransNordestina. Eu diria até que é um projeto perfeito para ser priorizado visando esta retomada”.

Quer ouvir o bate-papo completo com o presidente do Porto de Suape, Leonardo Cerquinho? Então acesse o link e confira: https://www.youtube.com/watch?v=EVMEmlArne8

Esta é apenas uma das iniciativas de ajuda humanitária da companhia, que também realizou doações de 50 mil kits de alimentação e de higiene pessoal para caminhoneiros 


Sustentabilidade é algo fundamental para qualquer negócio, qualquer momento. Mas, em tempos de pandemia de Covid-19, ela se torna ainda mais essencial. Por isso, a VLI, empresa especializada em serviços logísticos integrados (por meio de operações em ferrovias, portos e terminais), investe ainda mais em ações neste sentido. 

Segundo a diretora de regulatório, institucional, sustentabilidade e comunicação da VLI, Silvana Alcântara, este é um dos pilares da companhia. “A VLI já vem nessa jornada de sustentabilidade a alguns anos, na qual segue se dedicando à realização de trabalhos sociais com afinco e olhando para as comunidades que estão ao redor de suas operações com atenção, até pelo fato de estar inserida em um grande número de municípios. Somente com as ferrovias, passamos em mais de 300 cidades brasileiras, o que torna nossa presença nas respectivas comunidades muito forte. Por isso, a parceria entre nossas atividades e o desenvolvimento social é um fator indispensável para nós”, afirma.

Pensando nisso, a empresa, que tradicionalmente já possui a sustentabilidade em seu DNA, avaliou como poderia contribuir ainda mais com a sociedade em meio a esta difícil situação que vivemos. “Quando esta crise começou, paramos para ver o que mais poderíamos fazer além de cuidar dos nossos colaboradores. Então, fomos ouvir as autoridades para entender como poderíamos ajudar e soubemos que suas maiores necessidades eram equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde que estavam à frente desse combate ao coronavírus, assim como alimentos para comunidades vulneráveis. A partir daí, decidimos criar uma força tarefa de ajuda humanitária, na qual, em um primeiro momento, doamos 420 mil EPI’s para os governos de cinco estados onde temos operações (BA, MA, MG, RJ e TO), totalizando R$ 6 milhões em materiais”, explica a executiva.

Outra iniciativa, foi a doação de 25 mil cestas básicas para comunidades carentes. “Incluímos nesta ação também os caminhoneiros que passam pelos terminais da VLI, ou seja, cerca de 4 mil motoristas. Mas, com o intuito de ajudar ainda mais estes profissionais, que são nossos heróis das estradas, passamos a doar também kits de higiene pessoal (para quando saíssem dos terminais e seguissem nas rodovias) e kit alimentação (já que no começo eles tinham dificuldades para se alimentar), totalizando cerca de 50 mil kits doados, além das cestas básicas”, complementa.

E não para por aí. A empresa acaba de anunciar, em parceria com outras companhias, um segundo pacote de ações neste sentido, que envolve, entre outras iniciativas, a doação de um cartão-alimentação para crianças da rede municipal de ensino de Cubatão e de Santos, no litoral de São Paulo. De acordo com a diretora, é um auxílio que visa ajudar as respectivas famílias a adquirir alimentos neste momento em que as crianças estão fora das escolas. “Agora, não adianta continuarmos sozinhos, acreditamos que este é o momento de alavancarmos os recursos e de potencializarmos o apoio para quem precisa. Continuaremos avaliando outras formas de ajudar, pois entendemos que isso ainda é pouco perto de tudo que o País está precisando, mas é uma forma de cumprirmos nossa parte e de ajudarmos a fazer a diferença nesta difícil situação”, completa. 

Quer saber mais sobre essas e outras ações da VLI?

Então acesse e confira a entrevista completa com a diretora da empresa.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=kF35w_Zw2Zw

Iniciativa visa auxiliar no abastecimento destes equipamentos aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate ao novo Coronavírus


Em épocas de desafios como o que enfrentamos, de pandemia do novo coronavírus, um sentimento ganha ainda mais força entre todos os elos da sociedade: o de solidariedade. São em momentos como esses que a empatia, o carinho e o amor ao próximo mostram-se ainda mais fundamentais para a superação de qualquer adversidade. É o que acredita a Nuno Fracht, empresa de origem alemã especializada no transporte de cargas, que apoia um projeto social que busca auxiliar na produção de máscaras de proteção facial para profissionais de saúde, por meio de impressão 3D.


Quem explica um pouco mais sobre isso é a CEO da companhia, Denise Alves. “A Nuno sempre participou de ações sociais, mas quando deu-se início a essa questão da pandemia, avaliamos como poderíamos ajudar ainda mais. De repente, vi uma campanha nas redes sociais deste projeto, que, coincidentemente, foi idealizado por um ex-colaborador de nossa empresa. Na hora entrei em contato e disse que gostaríamos de ajudar. Foi assim que começamos essa parceria muito bacana”.


A executiva comenta ainda como esse apoio funciona na prática. “A princípio, fizemos a doação de uma quantia em dinheiro para a ação e, logo na sequência, demos início a uma campanha de incentivo para nossos clientes também participarem. Dessa forma, estabelecemos que a cada embarque feito por nós, uma máscara seria doada para um hospital ou profissional de saúde que estivesse precisando. E os clientes não apenas gostaram da ideia, como a adotaram e a elogiaram. Inclusive, no final de abril, fizemos um balanço e vimos que metade das máscaras produzidas por nosso parceiro ao longo do mês são frutos dessa colaboração. Este retorno foi tão satisfatório para nós que pretendemos renovar essa cooperação por mais tempo”.


A CEO da Nuno Fracht ressalta também que este momento, além de inspirar solidariedade, leva a uma outra reflexão, a de enxergar e de reconhecer a essencialidade dos profissionais que atuam na linha de frente em situações como essa, que até então eram colocados em segundo plano. “Hoje, o mundo todo está vendo que devemos valorizar muito mais os cientistas, que buscam constantemente a cura e a vacina para diversas doenças, e os profissionais de saúde, que são os que as enfrentam diariamente. O que tenho a dizer para eles é muito obrigado por tudo que fizeram e fazem por nós, pois não é fácil se expor a uma situação como essa, com um risco tão alto. Por isso, o mínimo que podemos fazer é respeitar o isolamento social necessário, por mais incômodo que seja, pois assim garantimos não apenas a nossa segurança, mas a deles também, que arriscam suas vidas por nós”.


Confira a entrevista completa com o executivo: https://www.youtube.com/watch?v=WidatJPMw-M

Em paralelo, companhia investe também em estudos que visam identificar os impactos causados pelo novo coronavírus em sua rede de frotas urbanas


Diante do cenário de desafios impostos pelo novo coronavírus, as empresas, de uma forma geral, buscam reinventar-se para encontrar soluções e minimizar eventuais prejuízos causados por esta delicada situação. Com os players dos setores logístico, de transporte de cargas e de comércio exterior, não é diferente. A Ticket Log, empresa especializada em frotas e mobilidade urbana do grupo francês Edenred, é um deles.


Segundo o head de mercado urbano da companhia, Douglas Pina, a melhor forma que a empresa encontrou para enfrentar as adversidades foi focar em atitudes que deveria adotar para superá-las, no que poderia fazer para levar aos colaboradores, aos clientes e à sociedade como um todo a melhor experiência possível, mesmo em momento de pandemia.Um exemplo disso foi a adoção da inteligência artificial em seus sistemas de relacionamento com clientes. Nesse sentido, duas ferramentas se destacam. “Temos um assistente virtual chamado EVA, que visa auxiliar não apenas usuários dos postos de abastecimento como também nossos clientes a resolverem seus problemas de forma online. Inicialmente, era um sistema restrito somente a alguns parceiros, agora o expandimos e ele está disponível para todos. Além dele, contamos também com uma ferramenta chamada TED, que é a grande companheira do gestor de frotas, já que pode executar várias funções, como corrigir cadastros, indicar locais com preços mais acessíveis, negociar preços, apresentar propostas, entre vários outros tipos de apoio de maneira digital”, diz Pina.

O executivo ressalta ainda que outra iniciativa da empresa foi realizar um levantamento para identificar os impactos da crise provocada pelo Covid-19 na frequência de abastecimento de sua rede de mais de 18 mil postos credenciados. “Vimos que, tanto clientes quanto postos de abastecimento da marca, onde atendemos aproximadamente 1 milhão de veículos, estavam tendo algumas dificuldades em meio a pandemia. Do lado dos clientes, em saber quais postos estavam funcionando. E do lado dos postos, em manter a plenitude de seus negócios. Por isso, decidimos ajudar ambos e colocamos a informação de todos os locais que estão em funcionamento em nossas plataformas digitais, com fácil acesso para caminhoneiros e demais usuários ligados a empresa”.


Já no âmbito de ações voltadas aos colaboradores, Pina ressalta a adoção do home office pelos profissionais da companhia. “Fomos uma das primeiras empresas do mercado a aderir essa estratégia. Atualmente, temos cerca de 1.400 pessoas trabalhando neste modelo, com toda a estrutura necessária para manter o nível de atendimento aos clientes e às suas operações. Essa, aliás, era nossa prioridade, cuidar dos nossos profissionais e, respectivamente, de suas famílias, para então darmos continuidade aos nossos negócios de maneira segura para todos”.


Para finalizar, o executivo avalia quais as lições que ficam com tudo isso, para o momento pós-pandemia. “Tenho duas certezas com relação a isso: a primeira delas é que ninguém sabe quando, de fato, o mercado voltará a normalidade diante desta situação e com qual velocidade isso ocorrerá. A segunda é que, quando acontecer, tudo retornará de uma maneira diferente. Vejo que voltaremos muito mais profissionais, disciplinados e eficientes, tendo aprendido a trabalhar de modo flexível, não apenas em questão de local mas também de tempo. Percebo que voltaremos diferentes também do lado humano, sendo mais colaborativos e solidários”.


Confira a entrevista completa com o executivo: https://www.youtube.com/watch?v=GZEeniHKiqw